Hospital Santa Rita completa 50 anos e ganha de presente o robô Da Vinci Xi
O ano de 2020 representa mais um marco na trajetória de sucesso do Hospital Santa Rita de Cássia. No dia 31 de março completou 50 anos de atividade reunindo o que há de mais moderno e eficiente na área da saúde e, de presente de aniversário, recebeu o robô Da Vinci Xi, usado para cirurgias robóticas – sistema cirúrgico mais moderno do segmento no mundo.
O Da Vinci Xi foi instalado na data do aniversário do Hospital, em uma sala exclusiva para procedimentos robóticos e, em breve, entrará em atividade. Desde a semana anterior ao aniversário do Santa Rita o robô estava na Alfândega de Vitória, aguardando os trâmites burocráticos para ser enviado ao Hospital.
Além de ser referência no tratamento de câncer e detentor do maio complexo oncológico do Espírito Santo, o Santa Rita se consagra como um Hospital Geral de Grande Porte, com equipamentos de última geração e pioneiro na aquisição do primeiro robô cirúrgico do estado, adquirido no final do ano passado, que já está em Vitória e que, em breve, entrará em atividade.
“Fazer parte dessa história, ajudar no desenvolvimento desses avanços tecnológicos na área da saúde capixaba é muito gratificante, nos enche de orgulho e nos mostra que estamos no caminho certo, estamos colaborando com a saúde do capixaba”, declara Marilucia Dalla, presidente da Afecc e do Hospital Santa Rita.
Ela acrescenta que o Hospital veio para complementar e ampliar as atividades da Afecc, entidade criada por dona Ylza Bianco para acolher e dar assistência aos pacientes com câncer e com pouquíssimas ou nenhuma condição financeira de manter o tratamento médico. “A Afecc nasceu em 28 de abril de 1952 e, no dia 31 de março de 1970, inaugurou sua própria unidade hospitalar. Hoje somos esse complexo maravilhoso”, diz orgulhosa a Presidente.
O diretor Geral do Santa Rita, Carlos Clayton Lobato, acrescenta que o Hospital é filantrópico, com mais de 80% do atendimento voltado aos pacientes do SUS em tratamento oncológico, mas que também atende a convênios e particular. “O Santa Rita chega aos 50 anos com um amplo, eficiente e moderno parque tecnológico e profissionais altamente capacitados e especializados para atender às mais diversas especialidades médicas na área oncológica e não oncológica”, ressalta Lobato.
Foco na saúde
Aquisição do primeiro robô cirúrgico do Espírito Santo – considerado o mais moderno do segmento robótico do mundo -, realização da primeira cirurgia de próstata a laser do ES, compra do software RAPID que auxilia no diagnóstico e agiliza as decisões da equipe médica para o tratamento do AVC isquêmico e o desenvolvimento da nova técnica brasileira para realizar o procedimento cardiológico denominado Ablação de Alta Potência e Curta Duração (HPSD) são alguns dos mais recentes avanços tecnológicos que colocam o Hospital Santa Rita na linha de frente da medicina.
CIRURGIA ROBÓTICA – O Hospital Santa Rita de Cássia adquiriu, no final do mês de dezembro de 2019 o primeiro robô Da Vinci Xi a ser utilizado por equipe médica no Espírito Santo. Trata-se de um sistema cirúrgico considerado o mais moderno do segmento robótico do mundo. A inovação está nas imagens em 3D HD e visão magnificada, além de o robô possuir quatro braços de longo alcance. A articulação dos instrumentos possui movimentos de rotação e angulação melhores que da própria mão humana e com tecnologias de filtro de tremores e movimentos intuitivos, permitindo ao cirurgião operar com movimentos totalmente precisos e naturais.
De acordo com a presidente da Afecc-Hospital Santa Rita de Cássia, Marilucia Dalla, o novo equipamento chega como presente do Hospital para a equipe médica e seus pacientes, em comemoração aos 50 anos do Santa Rita. “Essa é uma grande conquista para o Hospital, colaboradores, corpo médico e, principalmente, para os pacientes, além de um grande salto tecnológico e assistencial para o Espírito Santo”, reforça Marilucia.
O Da Vinci Xi será utilizado em todas as cirurgias que as equipes médicas considerarem o uso do robô o mais adequado para o procedimento. A cirurgia utilizando uma plataforma robótica, esclarece o médico urologista e também diretor Clínico do Hospital Santa Rita, Alexandre Tironi, torna-se altamente sofisticada, pois permite a execução de cirurgias complexas utilizando-se de procedimentos minimamente invasivos.
“O robô possui controle ergonômico, quatro braços robóticos que atuam diretamente no paciente e um sistema de vídeo de alto desempenho. Os movimentos realizados no controle ergonômico são filtrados de qualquer tipo de tremor natural do ser humano e traduz todo o movimento feito pelas mãos do cirurgião em movimentos mais precisos e com amplitude ainda maior do que a capacidade da mão humana”, informa Tironi.
Ele acrescenta que, diferentemente da cirurgia convencional, com o Da Vinci Xi a anatomia aparece com alta definição, em cores brilhantes e com profundidade de campo original e magnificação em até 10 vezes. Para realizar o procedimento, o cirurgião utiliza o controle ergonômico para manipular até quatro braços robóticos e a câmera de alta definição. Além disso, o da Vinci aumenta a eficiência e a segurança da cirurgia.
Benefícios para o paciente
Independentemente da especialidade cirúrgica que utilizar o robô Da Vinci Xi, os benefícios ara o paciente são:
- Tempo reduzido de internação
- Menor perda sanguínea e subsequente necessidade de transfusão
- Menos dor e desconforto pós-operatórios
- Menor risco de infecção
- Recuperação e retorno à função normal mais rápido
- Maior satisfação do paciente
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL – O Hospital Santa Rita passou a utilizar, no dia 1.º de março de 2020, o mais moderno software de inteligência artificial que, junto à experiência médica, permite uma avaliação rápida, segura e precisa da área que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmico. Por meio desse software, denominado RAPID, a equipe médica consegue avaliar com maior rapidez e precisão qual a conduta mais adequada para o paciente de forma individualizada, baseado no padrão do fluxo sanguíneo especifico de cada um. Com isso, o Santa Rita de Cássia é o Hospital pioneiro no Espírito Santo a disponibilizar aos pacientes a mais nova tecnologia que permite reduzir o tempo de diagnóstico e de tratamento dessa doença, eliminando ou reduzindo ao máximo as possíveis sequelas.
Trata-se de um software que fica acoplado ao tomógrafo do Hospital para que, no momento da realização do exame de tomografia computadorizada (essencial em suspeitas de AVC) o resultado do exame seja enviado, via celular, para a equipe médica estudar o caso e definir o tratamento no menor tempo possível.
Isso significa que as equipes de neurologia, neurocirurgia, neurorradiologia diagnóstica e neurorradiologia intervencionista (neurointervenção) do Hospital Santa Rita de Cássia receberão, em tempo real, nos seus aparelhos celulares, o resultado do exame separado por cores que indicam as áreas atingidas de forma definitiva e também as áreas do cérebro que, apesar de atingidas, ainda possuem viabilidade de tratamento desde que seja feita a desobstrução do local – o que os médicos chamam de “zona de penumbra” ou “área cerebral ainda viável”.
De acordo com o neurocirurgião e coordenador do Serviço de Neurorradiologia Intervencionista do Hospital Santa Rita e membro da equipe do Instituto de Cardiologia do Espírito Santo (Ices) – unidade Santa Rita, Tiago Madeira, “por meio desse software podemos tomar decisões mais objetivas e de maneira segura na assistência ao paciente com AVC. O software nos ajuda a selecionar os pacientes que se beneficiarão de um procedimento percutâneo para a remoção do trombo que está obstruindo a artéria, pois em muitos casos, o cérebro, apesar de “isquemiado”, ainda tem condições de ter as funções neurológicas retomadas caso a artéria obstruída seja desobstruída. Essa desobstrução é feita por meio de um procedimento denominado trombectomia mecânica, realizado em sala de hemodinâmica”.
Estudos recentemente publicados e com nível de evidência muito alto demonstraram que alguns pacientes podem manter a viabilidade do cérebro isquemiado por até 24h. Nesses pacientes, a remoção do trombo, ainda que de forma tardia, minimizou de forma significativa ou mesmo reverteu de forma completa as sequelas neurológicas. Atutalmente, o software RAPID é o único recurso tecnológico existente capaz de dectar, com precisão, quais são esses pacientes que se beneficiarão de um tratamento em fase mais tardia (até 24h do início dos sintomas).
O neurocirurgião acrescenta que a agilidade e eficiência do RAPID, somada à experiência médica, fizeram com que a quantidade de pacientes elegíveis para tratamento pós AVC isquêmico saltasse de 12.285, em 2017, para 25.269 em 2018 – considerando apenas os hospitais que utilizam o software RAPID.
Como funciona o RAPID
- Paciente chega do Pronto-Socorro e, no atendimento inicial, há a suspeita de AVC. Uma equipe especializada é notificada sobre a situação do paciente.
- Rapidamente uma tomografia computadorizada é realizada. O diagnóstico é enviado à equipe médica para análise e definição do tratamento enquanto o paciente finaliza os procedimentos na sala de exames.
- A equipe médica, que já recebeu em seus dispositivos móveis o resultado do exame com a análise feita pelo software RAPID dividida por cores, avalia o tratamento a ser realizado.
CIRURGIA DE PRÓSTATA A LASER – A primeira cirurgia de próstata a Laser do Espírito Santo foi realizada dia 11/12/19, pela equipe de urologia do Hospital Santa Rita. O procedimento – Cirurgia a Laser Greenlight -, foi o escolhido para tratar a hiperplasia prostática, que é o aumento benigno do tamanho da próstata. O paciente operado tinha 73 anos de idade e teve alta hospitalar no dia seguinte do procedimento (12/12).
O equipamento, fabricado pela Boston Scientific, possuiu um laser diferenciado, com maior potência, específico para cirurgia na próstata e está disponível no Hospital Santa Rita de Cássia para procedimentos de doenças benignas e também malignas em pacientes particulares e de planos de saúde.
O uso dessa tecnologia foi viabilizada por meio de parceria do Hospital com a CentralMed e a Boston Scientific. Entre as vantagens dessa cirurgia, explica o urologista José Antônio Penedo Prezoti, estão a alta precoce (em cerca de 24h após o procedimento), menor chance de sangramento, menor possibilidade de complicações pós-cirurgia e mais comodidade para o paciente.
NOVA TÉCNICA PARA TRATAMENTO CARDIOLÓGICO – A Ablação de Alta Potência e Curta Duração (HPSD), nova técnica utilizada no Brasil para tratamento de fibrilação atrial foi desenvolvida, há pouco mais de dois anos, pelo cardiologista Fabrício Vassallo, médico do corpo clínico do Hospital Santa Rita de Cássia. Com isso, o Espírito Santo passou a ser o estado pioneiro no uso da HPSD, com excelentes resultados e sem qualquer complicação cardiovascular provocada pelo uso desse novo tratamento.
A técnica, segundo Vassallo, consiste em usar uma potência muito elevada para fazer a cauterização nos locais da arritmia durante pouco tempo. Com isso, o tempo do procedimento foi reduzido em mais de 50% com uma menor exposição dos pacientes a riscos de intercorrências e resultados melhores do que com a técnica anterior. Em muitos casos, o procedimento tornou tão mais rápido que não há necessidade de pós operatório em unidades de terapia intensiva.
Vassallo e os médicos Cristiano Cunha, Eduardo Serpa, Hermes Carloni, Aloyr Simões Júnior, Dalton Hespanhol, Carlos Volponi Lovatto, Walter Batista Júnior e Renato Serpa compõem a equipe de cardiologia que atende no Hospital Santa Rita de Cássia e no Instituto de Cardiologia do Espírito Santo. O Hospital Santa Rita de Cássioa, inclusive, é hoje, o centro de tratamento dessa nova técnica em solo capixaba.
A fibrilação atrial é o tipo mais comum de arritmia cardíaca e caracteriza-se por irregularidades na transmissão de impulsos elétricos que coordenam as batidas do coração e, consequentemente, fazem com que o coração “dispare de repente”. Os átrios (a parte superior do músculo cardíaco) não se contraem direito, é como se tremessem, e, nessa situação, as batidas por minutos do coração chegam a dobrar.
A fibrilação atrial está por trás da insuficiência cardíaca, já que, aos poucos, a sobrecarga danifica o coração. Ao mesmo tempo, estimula a formação de coágulos que podem provocar infarto ou Acidente Vascular Cerebral (AVC). Mas o risco dessas consequências ocorrerem reduz muito com o tratamento adequado.
AVANÇO NO DIAGNÓSTICO DE PROBLEMAS DE DEGLUTIÇÃO – A videofluoroscopia da deglutição é o exame de última geração e considerado padrão ouro para definir a fisiologia da deglutição é utilizado no Hospital Santa Rita de Cássia. Esse exame permite um diagnóstico e tratamento mais assertivos e precoces dos problemas que muitas pessoas enfrentam para engolir.
O radiologista Marcus Vervloet Aguirre, do Hospital Santa Rita de Cássia, explica que esse é um exame em que é verificado o funcionamento de todas as fases da deglutição, levando em consideração, obviamente, o exame clínico feito pelo médico e também pelo fonoaudiólogo. Por isso é importante ter uma equipe composta por fonoaudiólogo e médico radiologista, sendo o fonoaudiólogo o profissional que irá avaliar as estruturas anatômicas e os processos neurofisiológicos envolvidos na deglutição.
Segundo ele, pessoas com doença de Parkinson, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e traumatismo craniano estão mais propensas a desenvolver distúrbios da deglutição (dificuldades para engolir). Estima-se que 20% a 40% dessas pessoas apresentam algum distúrbio para engolir e necessitam de tratamento.
Bebês, crianças, adolescentes e pessoas de qualquer idade podem ter dificuldade na deglutição e devem ficar atentos aos primeiros sinais, como babar, engasgos frequentes, dificuldade para mastigar ou engolir qualquer tipo de alimento ou líquido, perda de peso, dor ao engolir e até mesmo fraqueza muscular.
Como o trajeto do líquido ou alimento da boca até o estômago é longo, o problema pode estar em qualquer ponto da via digestiva (boca, faringe ou esôfago). “A videofluoroscopia acompanha todo o processo de deglutição, mostrando com nitidez as alterações consideradas relevantes e que não são passíveis de identificação apenas com exame clínico”, esclarece o médico.
Ele acrescenta que o exame aborda, ainda, as alterações esofagianas que podem interferir na deglutição, tais como, processos obstrutivos e refluxo gastroesofagiano (patologia muito frequente em idosos, podendo levar a aspiração pulmonar com eventuais processos de pneumonia).
RADIOTERAPIA DE INTENSIDADE MODULADA (IMRT – Intensity Modulated Radiotherapy) – Técnica de Radioterapia de Intensidade Modulada (IMRT) que consiste em um planejamento inverso permitindo esculpir a distribuição da dose ao redor do tumor, minimizando a quantidade que atinge o tecido sadio. O objetivo é ter ganho de dose/dia no tumor, aumentando a dose total no tumor e diminuindo ao máximo a dose em órgãos sadios, reduzindo efeitos colaterais e possibilitando melhor resposta terapêutica. É indicada para a maioria dos tumores, principalmente para os localizados na região de cabeça e pescoço e próstata.
Para a programação do tratamento é necessária a realização de tomografia específica em tomógrafo ligado ao Serviço de Radioterapia. A imagem adquirida é enviada para o sistema de planejamento com soware do IMRT que possibilita a programação de múltiplos campos para direcionamento da irradiação em vários pontos de entrada a fim de minimizar danos em órgãos e tecidos sadios.
TERAPIA VOLUMÉTRICA COM ARCO MODULADO (VMAT – Volumetric Modulated Arc Therapy) – Técnica do tipo volumétrica em que o tumor recebe uma dose de radiação distribuída em arco volumétrico, minimizando a dose em tecido sadio.
RADIOTERAPIA ESTEREOTÁXICA FRACIONADA – Possibilita o tratamento de lesões localizadas, porém de maior tamanho fracionando o tratamento em maior número de dias. O objetivo é alcançar maior resposta biológica da irradiação em nível tumoral. Indicado para pacientes portadores de lesões cerebrais maiores que 3,2 cm.
RADIOCIRURGIA ESTEREOTÁXICA DO CORPO (SBRT) – Técnica utilizada para pacientes portadores de oligometástase ou tumores primários de pulmão, fígado e osso. Possibilita a utilização de alta dose de radiação com objetivo de destruição da lesão tumoral localizada. Como diferencial às outras terapias, a SBRT possibilita um tratamento com alta dose e é mais precisa quando existe a necessidade de tratar pequenas lesões.
RADIOCIRURGIA PARA MALFORMAÇÃO ARTERIOVENOSA (MAV) – Técnica que permite direcionar, em volume específico da MAV, alta dose de irradiação evitando dose em parte sadia de área cerebral. Considerada uma doença rara, a MAV apresenta sérias complicações para o paciente, como hemorragias cerebrais e crises convulsivas. O tratamento por meio da radiocirurgia vem ganhando espaço frente à cirurgia tradicional por ser um método não invasivo.
RADIOTERAPIA GUIADA POR IMAGEM (IGRT – IMAGE GUIDED RADIOTHERAPY) – Recurso de imagem que permite reduzir o volume alvo por meio do aumento da precisão espacial da entrega de radiação. Diariamente faz-se uma fusão de imagens adquiridas no momento do tratamento com a tomografia computadorizada, garantindo precisão milimétrica do posicionamento do alvo para que a dose de radiação seja entregue da forma mais correta ao paciente.
HIPERTERMO QUIMIOTERAPIA INTRAPERITONEAL (HIPEC) – Tratamento de quimioterapia altamente concentrada e aquecida, aplicada diretamente no abdome durante a cirurgia citorredutora – procedimento de alta complexidade para combater um tipo raro de câncer localizado no peritônio, membrana que recobre a região do abdome.
Diferentemente da quimioterapia convencional, cujo medicamento circula por todo o organismo, no HIPEC o quimioterápico é administrado diretamente nas células tumorais do abdome, com baixa absorção sistêmica, o que permite o uso de doses mais concentradas da medicação. O aquecimento da solução (40 a 42 graus celsius) aumenta a absorção da droga pelo tumor e destrói as células que restaram após a cirurgia. É um método que reduzir os mecanismos de defesa do tumor à quimioterapia convencional e induz a uma resposta imunológica eficaz.
O HIPEC está indicado para tumores primários de peritoneal, casos selecionados de tumores intestinais e tumores de ovário com disseminação peritoneal. A cavidade peritoneal fica localizada dentro da cavidade abdominal, sendo seu limite inferior à cavidade pélvica.
TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA – O Hospital Santa Rita de Cássia é o único do Espírito Santo a realizar transplante de medula óssea autólogo e alogênico. O transplante autólogo, quando as células precursoras da medula óssea provêm da própria pessoa transplantada, teve início em 2008. E o alogênico, quando as células provêm de um doador, foi iniciado em 2018.

